Filho de família cristã, amparado no sentimento de fraternidade e esperança por dias melhores para todos, o médico anestesiologista Eduardo Amorim deseja que este domingo de Páscoa, momento em que conclui o ciclo de 40 dias de quaresma, seja marcado pelo respeito e memória da ressurreição de Jesus Cristo. Eduardo lembra ainda que, por nós, o todo poderoso Pai optou pelo sacrifício, entregando voluntariamente a sua vida na cruz em demonstração de amor à humanidade, simbolizando redenção, perdão dos pecados e a renovação da esperança.
“Neste domingo de Páscoa confraternizamos a vitória da vida sobre a morte e o pecado. Minha família é de base cristã e tenho a sensação desde criança que hoje é o dia mais importante do calendário cristão por celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, e nos fazer sonhar com uma humanidade repleta de renovação da esperança da vida eterna. Desejo às famílias sergipanas um domingo repleto de alegria e reflexão dos ensinamentos de Cristo”, afirmou Eduardo Amorim. Crente que a fé contribui diretamente para o sucesso das nossas atribuições diárias, ele reforça o sentimento de amor.
“O único que poderia me julgar, optou por me amar. Todos os dias antes de sair de casa faço questão de ir até o meu local de orações e pedir aos céus que tenha um ótimo dia, protegido e com o máximo de sabedoria para atender da melhor forma possível meus pacientes, familiares e amigos. Neste dia especial, faço minhas orações para que o simbolismo genuíno da Páscoa possa adentrar aos lares e encher de paz, renovação e esperança. Que sigamos celebrando a paz e o pleno amor de Deus”, disse. Pré-candidato ao Senado Federal, Eduardo Amorim (Republicanos), destaca ainda sobre a importância dos valores cristãos também na condução da vida pública.
Para ele, a data vai além da tradição religiosa e representa um momento de reflexão sobre atitudes e caminhos. “A Páscoa nos convida a olhar para dentro, lembrar do sacrifício de Cristo e refletir sobre como podemos ser melhores no dia a dia. É um tempo que reforça a importância da fé, mas também da mudança de postura”, completou Eduardo Amorim.